Livre namoro lados

Saúde mental e discussão de relacionamento

2020.11.24 19:48 Archer_Sharp Saúde mental e discussão de relacionamento

Olá sub!
A alguns dias eu soltei um post sobre uma discussão que tive com a minha namorada em um conta de “Throwaway”, mas resolvi postar um outro desabafo agora nessa conta para interagir.
Eu namoro faz pouco tempo uma garota que conheci. Nós trocamos ideias por vários meses e rolou os nossos encontros. Eu pedi ela em namoro e ela aceitou.
Eu acho ela muito bacana, mas recentemente o nosso namoro ficou tóxico e não só isso, eu sinto medo do que está acontecendo que inclusive daqui a pouco irei falar com a minha psicóloga sobre o que está acontecendo.
Ela é uma garota linda, engraçada, trabalhadora e extremamente esforçada, mas acontece que infelizmente ela ultimamente tem sido aquela pessoa que manda na relação e eu não posso mentir que foi por culpa minha. Ela discute e bota um “ponto final” e ela não deixa argumentar a minha opinião sobre as coisas. Ahh... E a discussão é sempre via texto, porque eu acho que ela não tem coragem ou seja lá o que for por cara a cara.
Primeiramente, eu vou falar o que eu fiz de errado, pois eu também não sou santo e irei falar um pouco do passado dela sem detalhar coisas, pois valorizo a privacidade de nós 2.
Antes de rolar os últimos encontros, nós fizemos muito sexos virtuais e ela queria, pois ela falava besteiras para mim e eu retornava para ela. Ela demonstrava que gostava dessas coisas e resolvemos cada um se tocar. Até aí tudo bem, mas acontece que depois que simulamos e chegamos no ponto ela solta depois o seguinte “Você me sujeitou a fazer isso e me decepcionei, espero que você pense nisso!”. Eu me congelei no momento, pois eu não sujeitei ela a fazer isso e até perguntei umas TRÊS VEZES... Eu jamais sujeitaria alguém, pois é uma coisa séria... Deixa-me explicar melhor o que aconteceu antes...
Era uma madrugada de fim de semana... Ela tinha tirado um cochilo na casa dela e acordou no horário para a gente fazer as nossas coisas a distância, já que não tive como visitar ela e então nós ficamos via videochamada conversando sobre os amigos de cada um e esses papos normais até que ela contou o que sonhou. Ela sonhou a gente tendo a nossa transa e ela começou a falar as besteiras que rolou e que ela estava com vontade de fazer e então eu literalmente cheguei a perguntar para ela umas 3 vezes sobre se ela queria fazer virtualmente e ela aceitou as 3 vezes e então ok. Sim, eu perguntei para ela obviamente, pois como é uma coisa meio “tabu” e que precisa de acordo entre nós dois, eu tive que fazer isso. Só que do nada depois ela soltar que eu sujeitei... Não entendi, eu simplesmente me congelei e liguei para ela depois pedindo desculpas desesperado e que eu não deveria ter aprofundado no assunto, aí ela aceitou de boa na hora como se nada tivesse acontecido. Ué...
Agora sobre ela... Ela me revelou que teve depressão e que tomava remédio por causa disso. A causa disso foram os relacionamentos abusivos que ela teve no passado. Eu me lembro até dela chegando perto de mim querendo contar algo importante e ela me soltou essa e fiquei surpreso e muito triste na hora. Ela chorou e eu chorei com ela. Eu prometi a ela que eu nunca irei repetir o que aconteceu e não farei nada de errado a ela, pois caramba... Ela é uma pessoa super simpática e gente fina... Até rolar o que aconteceu, o qual irei falar em alguns parágrafos depois...
Agora vamos ao pico do problema, pois o dia em que teve esse “puxão de orelha” foi apenas a faísca do que irei falar agora. Nós tivemos as nossas outras atividades até que ela foi contratada em uma empresa em que eu fiquei muito feliz e ela também, nós chegamos até comemorar juntos! Mas acontece que... O ambiente era muito tóxico e ela ficou muito doente por causa disso. Aí, eu fiquei preocupado e eu não conseguia falar com ela a partir daí então (ela mora muito longe), logo eu só enviava fotinhos fofas para ela e memes para tentar agradá-la, até aí ok. Ela ficava feliz, mas ela por algum motivo depois cansou de fazer as nossas videochamadas e ter as nossas atividades. Aí, eu achei que tinha haver com o fato dela ter ficado enferma, mas não foi isso... Ela voltou a ficar triste e meu medo é que a depressão tenha voltado de pouco em pouco.
Ela começou a mandar apenas um bom dia e boa noite e sem nada. Nada de fofoca, convite para sair ou seja lá o que for. Ligar não era uma opção, pois ela já não tinha mais tempo para nada (trabalho e curso), logo só fim de semana ficava livre, mas ela começou a querer ficar sozinha e sem fazer nada. Eu respeitei ela e não obrigo ela (até que não tenho direito à vida dela né), mas como bobo eu fui, eu nem reparei que ela estava meio triste. Portanto, eu resolvi fazer uma visita nela.
Eu visitei ela e ela nem se tocou, logo apenas agiu como se não tivesse surpresa e nem nada. Portanto, eu achei que era cansaço do dia a dia. Ela só queria de saber dormir e então novamente eu a respeitei e deixei dormir. Ela dormiu bastante nesse tal fim de semana e de vez em quando ficamos juntos assistindo TV. Eu simplesmente achei que ela estava normal, mas acontece que como faz tempo eu não a via faz tempo e nem fazia ligação, eu queria ficar com ela toda hora, mas acabei exagerando... Porque eu invadia o espaço dela querendo abraçar ela e ela dizia que agora não, logo novamente eu a respeitei e disse que eu precisava dormir e fui então... Alguns minutos depois eu recebo no outro cômodo umas 15 mensagens de quanto idiota e invasivo eu fui com a privacidade dela e me desculpei, pois não vou mentir que eu começava a abraçar ela sem que ela esteja com vontade... Sim, abraços e nada mais... Ela achava que eu ia levar para o lado sexual da coisa, mas eu não queria e não estava nem afim, pois precisávamos também de proteção né... Eu tentei explicar que não, pois eu estava sentindo falta dela e eu respeitei o tempo em que ela estava doente, eu jamais iria querer fazer do nada essas coisas, até que tem que haver acordo de ambos lados... Eu fui embora e chorei... Eu arrependo do meu lado, mas ao mesmo tempo eu fico assustado com a mudança comportamental dela! Logo, eu tento falar com ela de forma educada a alguns dias e nada de resposta para ver o que aconteceu... Eu nunca gritei e briguei com ela... É sério... Eu nunca reclamei de nada... Eu sempre resolvi na base de diálogo quando ela me puxava e ela não querer resolver o nosso problema me soa irresponsável da parte dela.
Por fim, eu me preocupo que ela ache que eu sou uma pessoa tóxica assim sem motivo aparente e que alguma coisa tenha provocado nela após o cenário da demissão, como a depressão ou algo do tipo.
Eu só queria resolver esse problema. Se ela não quiser por algum motivo não ter relacionamento mais comigo é ok. Se ela quiser dar um tempo é ok também. Eu só quero entender o que está acontecendo e quero que ela volte a rir, pois ela sempre fez isso... Sei lá, eu estou muito triste com isso... Fizemos tantas coisas juntos... Saímos bastante, zoamos bastante, jogamos bastante, conhecemos a família de um e de outro, viajamos... O que será que aconteceu que ela não quer me perdoar? Eu sei que erro e não sou perfeito, mas eu gosto de corrigir as coisas como gente...
Bem... Esse é o meu desabafo... Muito obrigado por quem leu até aqui... A minha crise de ansiedade até parou, pois antes de escrever eu estava muito reflexivo...
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2020.11.24 12:59 SantRuan Eu estava muito bem solteiro até que ...

Bem, dois anos atrás eu conheci uma garota linda no RJ em uma festa, pqp, foi tiro e queda. Devido a vários motivos da vida a gente teve que deixar de se falar, mas foi algo muito de boa para os dois lados.
Pandemia chegou, estava muito bem comigo mesmo, solteiro, cheio de contatinhos até que eu vejo uma solicitação no insta. Era ela. Eu nem me lembrava dela direito e meu core chegou a acelerar. Enfim, eu dei toda a atenção que podia, deixei ela como a preferência entre os meus contatos. Sério, se tudo fluísse bem a ideia era um namoro tranquilamente. Além disso, eu detesto ser uma pessoa que pega no pé de alguém, eu sempre dou a liberdade pra minha parceira de fazer o que quiser da vida e não a sufoco com conversas diárias do tipo "oi, tudo bem?".
A gente só teve um encontro e no pouco tempo livre que eu tenho eu tentava marcar algo com ela, mas ela nunca podia. 5 meses depois ela já não fala mais nada, não parece ter interesse algum e eu já tinha avisado que se não houver o mínimo de atenção não há relação. Ontem um amigo meu me mostrou ela no Tinder (eu sei que como estamos solteiros não existe nada de errado nisso, mas ela aparentava querer fechar um rel. comigo no início, então quando eu a vi por lá eu meio que e percebi que ela não tinha mais interesse nisso) eu deletei ela das minhas redes. Sinto que criei muita expectativa em alguém e não sei o que fiz de errado. Eu perdi várias oportunidades com outras e me decepcionei com ela.
Isso tá mais pra um desabafo
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2020.10.13 19:20 __hollow Quando compensa ou não reatar um relacionamento? *texto grande*

Primeira vez postando no reddit, achei este lugar apropriado, é algo que vem me atormentando e que não comentei sobre isso com ninguém mais próximo. Se você tiver tempo de ler metade de um artigo científico, então eu agradeço sua opinião (e boa vontade) ;v
Tive meu primeiro relacionamento, foram ótimos momentos que duraram cerca de 2 anos e uns 7 meses, e durante os 3 últimos meses, em 2019, minha ex passou a agir de um jeito estranho, mais reservado e digamos, menos "conectada" comigo. Sempre a via jogando e conversando com as supostas colegas online (é, ela joga games) com mais intensidade do que comigo, o que já me indicava que algo estava diferente. Éramos membros de uma igreja local (faziamos parte de uma banda de jovens e praticamente todo nosso tempo livre era reservado a isso e a alguns eventos), então, de natureza, sua família era mais rigorosa com nosso relacionamento e eram muito poucas as vezes em que conseguíamos sair juntos sem estarmos por perto deles. Enfim, ela sempre foi uma pessoa boa, muito carinhosa e era realmente uma coisa incrível poder estar do lado dela, mas muitas vezes ela se abalava com esse tipo de comportamento da família que era imposto sobre ela e eu sempre a apoiei durante esse tempo, até que, em uma das suas crises, ela simplesmente não voltou pra casa depois do trabalho e dormiu numa colega de serviço por alguns dias, até finalmente voltar e anunciar pra família que ela iria embora para morar em Curitiba (sou do RJ) e ficaria na casa de uma amiga que jogava com ela, com uma desculpa de que tinha passado e iria estudar em uma federal de lá.
Nos encontramos alguns dias antes disso acontecer e ela me explicou que simplesmente queria se afastar da família dela e se aproveitou dessa situação da universidade como um gancho pra poder ir embora. Insistiu em manter um relacionamento a distância, coisa que eu não concordei e recusei de imediato e depois de diversas tentativas falhas de convencer ela a ficar, passamos o resto da noite um com o outro. Foi um choque pra mim, afinal, depois de tanto sacrifício que nós fizemos durante esse tempo, depois de tantas coisas planejadas, ver tudo se desmoronar. Eu não quis submeter ela a algo que ela não queria, portanto, eu somente permiti que ela fosse embora. Às vezes ainda penso que foi uma decisão estúpida...
Enquanto nos despediamos, seus olhos se enchiam de lágrimas e foi o que me fez pensar que essa decisão não era totalmente da vontade dela. Entretanto...
Meses depois, descobri que ela e essa tal amiga passaram a namorar...
É, isso mesmo.
Resumidamente, ela decidiu se aventurar com uma pessoa que ela mal sabia quem definitivamente era de verdade.
Depois dela ter ido, continuei frequentando a igreja, servindo e me prestando da melhor forma possível, mas, infelizmente eu acabei parando de frequentar pouco antes da pandemia e com o passar do tempo, perdi também a vontade de orar e simplesmente me projetei mais na faculdade e no trabalho. Embora eu esteja ocupado em grande parte do meu tempo na semana, não consigo parar de pensar nela e em tudo o que aconteceu.
Eu cortei contato com ela por volta de outubro do ano passado até meados de abril, quando ela me enviou uma mensagem pelo Discord (foi o único lugar onde eu esqueci de ter excluído seu contato, já que eu mal entrava lá) e desabafou comigo sobre como estavam as coisas e sobre como ela se arrepende e sente falta de estar comigo. Eu percebi que ela não estava bem, não estava feliz, não se sentia como antes e estava profundamente arrependida. Ela tinha fotos, vídeos e todo tipo de coisa que eu mandei pra ela guardados, e meio que ao ver aquilo, eu me senti bastante abatido. Desde então ela sempre vem procurando manter conversas em dia e me disse que quer voltar pra cá quando as coisas melhorarem com o único motivo de reatar as coisas e recomeçar tudo de novo, isso, é claro, se também for da minha vontade.
Nessa situação, eu gostaria de uma orientação, pois no fundo eu realmente quero, mas, conforme o que contei aqui, não é tão simples assim. Ao meu ver mais racional, ela só simplesmente sente falta do relacionamento e das sensações que ela tinha durante esses 2 anos e não necessariamente sente falta de mim. Embora eu perceba muito nitidamente o arrependimento dela e sua vontade de voltar o namoro, ainda fico com um pé atrás.
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2020.10.11 04:49 BUDABICHO Estou ficando obcecado pela solidão

Tenho 30 anos e há 4 anos estou sistematicamente cultivando uma vida mais solitária. Comecei me afastando dos meus amigos, depois troquei namoro por sexo casual e lentamente me afastei dos meus pais, irmãos e parentes. Me mudei para um bairro onde não conheço ninguém, e tudo isso me faz muito bem. Estou me preparando para me mudar para outro estado nos próximos meses (se o mundo não acabar) , e só pretendo levar grana, uma mochila e meu gato. Meu passado foi bem diferente, mas a essa altura da minha vida sinto uma necessidade constante de estar só, abandonado e longe de outras pessoas. Pretendo fazer terapia por mais 3 meses para me preparar para mudar de estado, e espero não acumular nada, não ter conforto, não ter uma linda casa, nem uma namorada, nem amigos. Vivo com esse pensamento "fique completamente sozinho" há 4 anos, mas a cada dia que passa me torno mais radical, nos últimos dias tive um rompimento com minha avó e minha mãe, e apesar de agora eu só ter 1 única pessoa que considero 'família', nunca me senti tão livre, e me sentir livre é melhor que me sentir amado.
Só tenho medo de ficar doido, pois sei que a falta de contato social cause sérios problemas na cabeça. Isolamento? Lockdown? Covid? Deus me perdoe, mas espero que durem pra sempre. Antes da pandemia eu estava perdido, desesperado e me sentindo um fracassado. Faz meses que estamos presos e fazia anos que não me sentia tão bem. Espero que em breve eu consiga ir para o meio do nada ficar sozinho, não quero nenhum ser humano em 50km de distância. Isso pode parecer absurdo, mas não consigo ver outro futuro para mim que não seja uma vida cada vez mais só. Às vezes eu acho que vou morrer, e alguns problemas muitos sérios seriam resolvidos se eu tivesse ao menos um conhecido por perto. Tenho problemas muito sérios na minha rotina que seriam resolvidos se eu tivesse ao menos um conhecido por perto. Meu gato já ficou com fome porque eu não tinha 3 reais para completar uma passagem para ir buscar um saco de ração, coisas como essa me deixam puto, mas o que a solidão me trás de positivo é incomparável. Sabe aquele sentimento de excitação que a gente tem quando está passeando sozinho por uma cidade desconhecida? Uma espécie de 'safadeza', de malandragem, um sentimento de 'agora eu posso ser a pessoa bacana que eu sempre quis ser"? Tenho esse sentimento todos os dias, e ele vem da total falta de expectativas sobre mim. Ninguém espera nada de mim e por isso não preciso repetir todos os dias a mesma postura. Esse sentimento de frescor dura 4 anos e espero que dure para sempre.
Espero que minha reclusão não me mate antes de arrumar uma namorada. Para matar a minha 'fome' geralmente recorro ao sexo casual(gay), homens gays são muito práticos. Mas tenho um desejo enorme de ter uma relação mais profunda com uma mulher, pois quando tive essa oportunidade eu joguei fora, e agora há pouca ou nenhuma possibilidade de me aproximar de uma mulher. Ainda não conheci esse sentimento gostoso de ter uma mulher do meu lado (homens já tive vários), e com 30 anos sou um homem inexperiente com mulheres. Já tive a chance de amar um homem, e sou grato por isso.
Sinto que em breve vou alcançar a paz que busco, ela parece estar bem ali, virando a esquina. Se algum dia você estiver de férias no meio do mato e aparecer um doidão faminto correndo pelado e falando sozinho, provavelmente serei eu. Sou bonzinho e não machuco ninguém, por favor me cumprimente. Não sofram por estarem sós, sofram por estarem rodeados de pessoas.
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2020.10.04 16:31 111DarkGuy A mulher que eu amo tá com outro cara e eu tô me sentindo um lixo.

Eu entrei pra vida "adulta" faz pouco tempo, e sinceramente minha adolescência não foi das melhores ou das mais bem vividas, então não tenho tanta experiência com relacionamentos.
Alguns anos atrás, eu conheci essa garota, ela é tudo de bom... amável, carinhosa, esperta, bonita, sei lá. É uma pessoa que eu admiro em diversos aspectos diferentes. Ela mora um pouco longe de mim, mas a gente meio que "clicou" imediatamente. A gente se aproximou muito rápido e sei lá, tava tudo dando certo, nós éramos basicamente namorados, só faltava a gente se assumir. Até que por algum raio de motivo que nem eu nem ela lembramos mais, a gente brigou. Ficamos um bom tempo sem nos falar. Reatamos contato esse ano, e eu, trouxa, me apaixonei por ela mais uma vez.
Bom, ela falou que não sente o mesmo, que não busca relacionamentos no momento, que talvez um dia, bla bla bla. Basicamente, eu tava sentindo mesmo que ela tava um tanto bloqueada comigo. Lembrando que tô resumindo muito a história pra não fazer um negócio gigante e muito detalhista. Enfim, eu conversei com alguns amigos meus e eles me ajudaram a perceber que talvez eu estava colocando a carroça na frente dos bois e sendo muito "juvenil" na minha abordagem. E parando pra pensar nisso, realmente, eu tava indo muito pra cima dela com essa de paixão, amor, namoro, mas sei lá, ela não tá bem com o emocional muito bom nos últimos meses pra isso, não é disso que ela precisa de mim, no momento.
Então eu falei "Ok, vou lidar com isso como adulto", chamei ela pra conversar e expliquei que eu acho que fui muito apressado e desengonçado na minha abordagem, que de agora em diante eu vou ser um amigo e um suporte pra ela, porque acho que ela precisa mais disso, no momento. Sugeri que ela fosse em um terapeuta (porque sinceramente, ela tá precisando), basicamente, falei que eu vou deixar esse meu sentimental em standby com ela, por enquanto, porque sinto que não é a hora. Ela me agradeceu, falou que sente que agora nós estamos sendo honestos um com o outro, que sente que o "bloqueio" que ela tinha comigo sumiu.
Aí ela disse que tá gostando de alguém. Inclusive, eles estão praticamente namorando. Eu sei lá, eu tava pronto pra deixar meus sentimentos de lado, mas essa notícia foi um baque muito grande... ela me disse isso, e eu aqui, me segurando pra não ter ciúmes, não ficar triste, pra sei lá, ficar feliz por ela. O cara em questão é conhecido meu também, ele não é babaca, não vai tratar ela mal. Mas manos... Eu não consigo me impedir de querer que esse relacionamento dela dê errado... Eu to me sentindo extremamente culpado, e é horrível esconder isso dela, mesmo sabendo que é o melhor a se fazer, pra não gerar briga e tal. Eu me propus a agir como adulto nessa situação e não ficar com esse tititi adolescente de "Ah, eu gosto dela mas ela gosta de outro", mas caramba, é um negócio que dói demais.
Bem, por enquanto os dois estão só "se conhecendo", não têm nada sério ou coisa do tipo, mas eu to percebendo que isso vai pra frente e tal... E eu não posso, nem devo fazer nada a respeito disso. Basicamente, eu perdi essa. Como praticamente tudo na minha vida amorosa até agora, eu perdi kk e eu to extremamente mal.
Então é... agora eu tô todo fragmentado aqui, metade de mim quer que ela seja feliz, quer estar lá por ela se ela precisar, quer acompanhar a jornada dela na vida mesmo que só como um amigo. A outra metade quer só que aquele relacionamento dela dê errado, que a vida me dê uma chance que seja de fazer ela feliz, eu, sozinho. E eu sei qual é o jeito certo e qual o jeito errado de agir, mas agir do jeito certo é MUITO difícil e sinceramente, dos dois jeitos eu vou me machucar bastante.
Tem muita coisa dessa história que eu não contei por preguiça e por não querer encher demais de texto, eu também não sou livre de problemas emocionais (mas diferente dela, eu estou na terapia e me cuidando e tal), mas o ponto é que eu devo MUITO a essa garota por coisas do passado. Não é só uma random que eu consigo simplesmente superar e seguir em frente, é muito, muito complicado. Eu real me apaixonei pesadamente por ela e "superar" isso vai ser um processo difícil, demorado e doloroso, se não impossível.
Enfim, obrigado pros 5 que lerem isso, é nóis galera.
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2020.09.14 22:51 bloomorte Mesmo gostando muito dela, eu terminei.

Já tem uns dois meses que tomei a decisão de terminar o meu namoro de dois anos. O relacionamento não era uma maravilha, como qualquer um tinha seus altos e baixos, mas ela é linda e assim como eu gosta muito de videogames, passávamos os fins de semana jogando até cansar. O meu maior problema com ela era ciúmes em excesso, da parte dela. Tenham em mente que eu não sou nenhum exemplo de homão da porra não...moro com a minha mãe e meu irmão, não tenho vontade de morar sozinho tão cedo e nem de me casar (o que era um outro problema a parte que tínhamos), portanto eu mesmo não estou isento de ser problemático.
Sobre o namoro, ela fazia eu me sentir um criminoso - mesmo sem nunca ter feito nada de errado. Eu nunca vi uma pessoa tão insegura. Eu não precisava fazer nada para ela acusar que eu tinha interesse em fulana ou ciclana. A exemplo, uma vez a gente saiu junto, apareceu uma menina na fila do bar, ela começou a chorar porque disse que eu tava "secando a menina" e me fez levar ela embora. Outro exemplo é que esse ano comecei em um novo emprego, saí mais tarde por alguns dias e ela logo veio me atacar dizendo que eu tava saindo com alguém do trabalho. Eu não podia interagir com ninguém em rede social, se a gente saía eu tinha medo de olhar pros lados e ter que ficar ouvindo groselha depois. Se eu desse motivos entenderia, mas nunca fiz nada.
Com base em tudo isso, tentei terminar várias vezes, sem êxito porque ela dizia que ia se matar, mandava mensagens de adeus e me deixava maluco com medo de acordar com notícia dela ter tentado alguma besteira. Isso aconteceu uma vez, embora não tenha dado em nada. Tentei falar com a família dela, mas a mãe dela só dizia pra eu não desistir e dizia não ter condições de pagar um psicólogo.
Foi passando o tempo e eu mesmo comecei a me ver infeliz e desgastado. Ela e minha mãe começaram a brigar, minha mãe queria uma coisa e ela outra, mas ninguém se importava com o que eu queria. Teve momentos de constrangimento na família. Eu não queria mais buscá-la nos finais de semana, só queria ficar em paz, sozinho, jogando meus videogames no sofá sem ter que compartilhar meu espaço com ninguém. Isso foi ficando cada vez mais intenso, e ela foi percebendo. Passei a ser mais duro com ela, fui acostumando ela aos poucos de que não tava dando certo, reduzindo a frequência que a gente se via.
Com a pandemia eu vi que seria cruel terminar e deixar ela cheia de merda na cabeça sem poder sair pra lugar algum, ela basicamente passava as semanas esperando pra me ver e poder jogar comigo, já que ela não tinha computador em casa e a família dela é um pouco pobre. Juntei umas peças que tinha de um PC antigo e consegui montar um pra ela jogar em casa. Ela pegou uma parcela do auxílio emergencial e comprou um teclado e mouse, chorou de emoção por estar conseguindo montar um cantinho pra ela. E com o sentimento de ter deixado ela preparada para lidar com o luto, terminei. Ela não ameaçou mais se matar, mas vejo que ainda sofre muito.
Eu sinto saudades as vezes, de muitas coisas. Do cheiro, dos abraços, das brincadeiras.
Mas considerando que eu não me sentia feliz e que eu não consigo me ver casando com ninguém (muito menos com alguém que faça eu me sentir "preso"), achei que a melhor decisão foi deixá-la livre para ser feliz com outra pessoa. Eu vou ficar sozinho e não pretendo me relacionar nunca mais.
Se leu até aqui, obrigado!
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2020.08.18 15:40 FLxWxR-BxY Probleminhas de estética no namoro

Olá, pessoal. Talvez o texto fique um pouco longo mas queria a opinião se vocês.
Namoro uma garota incrível, a gente se da muito bem mas tem um probleminha: pelo no sovaco.
Perai perai, sei que vão me explicar como é chato ter que ficar seguindo padrão estético mas é diferente, ela tem pelo em tudo, pernas, na amiguinha e tals, não me incomodo com nenhum pelo, nunca pedi nada, só me incomodo com o pelo nas axilas, tipo, real mesmo. Eu sempre me depilei todo porque é o jeito que eu gosto de ficar, só parei de depilar o tronco porque ela falou que curtia (não pediu, só falou). Só que é um assunto muito difícil de conversar porque, por mais que eu NUNCA tenha pedido pra ela se depilar nem nada, ela briga comigo quando pergunta o que prefiro, tipo, ela pergunta e eu respondo e briga comigo me dando sermão sobre o padrão estético. Sei lá, não acho que deveria me sentir mal por isso e que isso deveria ser uma coisa que eu poderia conversar com ela mas acho que, mesmo eu não ligando para o resto dos pelo, no momento que eu falar sobre isso com ela, ela vai desconsiderar todo resto. Acima de tudo quero que ela seja livre, claro.
Estou sendo babaca de me importar com isso? Tentei deixar de lado mas me incomoda :(
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2020.08.02 00:38 Leh_V Minha vida é totalmente controlada e nunca vou poder ser quem eu sou

(Vou tentar resumir, mas a história é grande) Pra fazer sentido, vou contar desde quando eu era criança. Eu era totalmente apaixonada por um garoto que é da minha igreja e sempre estudamos nas mesmas escolas. Vou chamar de JP. E ele sentia o mesmo por mim, sempre nos falávamos pela internet, jogávamos juntos... mas o tempo nos afastou.
Depois de uns anos, eu acreditava estar apaixonada pelo primo dele, vou chamar de EL. Então, começamos a namorar, ele era carinhoso e meus pais gostam muito dele. Inclusive, ele é da nossa igreja. Somos evangélicos, e minha família é muito cabeça fechada, inclusive o EL. Depois de tempos, fui totalmente controlada por ele, desde as redes sociais até minhas roupas. Ele já me fez escolher entre usar uma calça no frio ou namorar ele.
Eu sempre acreditei que iria mudar, mas não. Toda vez que tentava terminar, ele não aceitava e eu perdia as forças de fazer isso. Nesse namoro eu nunca fui quem eu sou de verdade, comecei a ter crises de ansiedade, meu pescoço ficava vermelho e eu perdia o ar.
Mesmo com tudo isso acontecendo, não sei por que, mas o JP (do começo da história) ainda mexia comigo. Eu via ele TODOS os dias, na escola ou igreja, e a gente trocava olhares, eu sabia que ele ainda sentia o mesmo por mim.
Eu e EL fizemos sexo 3 vezes, isso pode parecer normal, mas pra minha família é um absurdo. Só a minha mãe descobriu e praticamente me obrigou a ficar com ele com o objetivo de casar, mas dessa vez eu não aguentei mais: terminei com ele faz 2 semanas.
Nessas duas semanas, eu falei com o JP. Mandei parabéns pra ele e no dia seguinte ele mandou parabéns pra mim (ele faz aniversário dia 27 e eu dia 28), nós conversamos muito e eu me senti muito bem como a muito tempo não sentia. Descobri que ele nunca deixou de gostar de mim (não descobri por ele, mas por uma amiga).
Depois de 2 dias conversando com o JP, o EL descobriu isso e contou pra minha mãe. Como disse, ela é cabeça fechada. Tomou meu celular e agora eu só obedeço as ordens dela. O EL vem me ameaçando contar pra igreja o que fizemos, e se ele fizer isso, minha vida vai estar totalmente acabada. Principalmente por causa da minha família que vai se virar contra mim, e por causa de todo o falatório que vai virar. Mas eu resolvi não deixar os medos tomarem minhas decisões, e não voltei atrás.
Para a minha mãe, o EL diz que não vai contar o que fizemos pra igreja, mas eu sempre vou viver com esse medo de ele contar, e meu mundo desmoronar. Não sei o que meu pai seria capaz de fazer se descobrisse.
Falando no meu pai, há 2 dias ele me seguiu na rua pra ver onde eu estava indo (eu disse que iria caminhar pra espairecer), quando cheguei em casa ele só faltou me bater por achar que eu tinha feito alguma coisa errada. Então eu tenho muito medo do que ele é capaz.
Enfim gente, não sei nem se estão lendo KKKK provavelmente não, mas estou vivendo numa prisão. Tudo que eu mais queria é ser livre, poder ficar com o JP, porque eu descobri que nunca deixei de gostar dele de verdade. Como minha mãe e meu ex me proibiram de falar com o JP por toda a VIDA, o JP me comprou vários chocolates e pediu pra uma amiga me dar.
Eu só queria meus amigos do meu lado, nem com eles posso conversar. Gente, não sei mais o que fazer da minha vida, agora só estou acompanhando. Acho que nem conselhos existem pra essa situação.
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2020.06.20 15:56 BaneBosic Jogos online e relacionamentos: a velha treta

As vezes eu me sinto renegada pelo meu namorado porque ele gosta de jogar durante t-o-d-o o tempo livre dele. E não me entendam mal, eu não sou nenhuma insuportável maníaca por atenção, que não quer que ele pare de jogar 100%. Acontece que é num nível de que chega final de semana e ele passa o dia todo jogando lol desde que acorda, para só na hora das refeições e continua até de madrugada (atualmente moramos juntos). Eu já conversei com ele e nada.... Pior é que vejo que mais pessoas passam pelo mesmo problema nos namoros, então sei que não sou a única que se sente deixada de lado por isso. Esse nem é o meu primeiro namoro em que passo pela mesma coisa, na verdade. Mas ainda não sei o que fazer.
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2020.04.27 01:55 picanhaeater Fui no psiquiatra e foi a melhor decisão que já tomei

Uns meses atrás eu fiz aqui vários posts depressivos e e um tanto desesperadores falando sobre como eu me sentia horrível. Passei o ano passado inteiro depressivo; me sentia mal por ser quem eu era, minha auto-estima estava baixíssima - o que, inclusive, me fez desenvolver uma certa fobia social que me atrapalhou enormemente - e me sentia totalmente infeliz e solitário na maior parte dos meus momentos livres. Nessa época estava fazendo cursinho (foi meu primeiro e único ano) e, apesar da extrema frustração de não estar na faculdade, eu não tinha motivos muito concretos para me sentir tão mal quanto eu me sentia, apesar de não perceber isso na época.
Em dezembro eu terminei um namoro bem curto (3 meses) - e que, sinceramente, se não fosse pela minha fragilidade emocional, jamais teria acontecido -, o que me jogou no fundo do poço. Passei a maior parte dos meus dias de dezembro a fevereiro pensando merda sobre mim e sobre a minha vida, odiando todo dia a pessoa que eu era. Não conseguia ver nenhuma perspectiva de melhora, para mim eu era uma pessoa bosta e continuaria sendo uma pessoa bosta e infeliz.
Nesse período eu comecei a ter pensamentos suicidas e, devido a isso, após resistir e achar desnecessário durante meses, eu marquei consulta com um psiquiatra que um amigo me indicou. No final de janeiro ele me diagnosticou com depressão e ansiedade e me indicou um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da receptação da serotonina (ISRS) chamado oxalato de escitalopram, que eu comecei a tomar assim que saí do consultório.
Em uma semana tomando o remédio eu já senti uma melhora enorme no meu humor: meus pensamentos negativos e minha ansiedade diminuíram notoriamente e, pela primeira vez em muito tempo, eu conseguia ter algum tipo de controle sobre eles. Além disso, eu descobri que tinha passado na federal, o que obviamente foi importante pra minha auto-estima.
Esse é meu terceiro mês tomando o escitalopram e, desde então, minha auto-estima só tem aumentado (ao ponto de hoje considerar que minha auto-estima é bem alta) e minha fobia social desapareceu totalmente, o que me permitiu fazer muitas amizades novas e preenchedoras e me tornou uma pessoa bem extrovertida e com considerável facilidade em lidar com situações sociais. Entrar na faculdade e entrosar com a galera do meu curso também foi extremamente fácil e recompensador devido a esse novo lado da minha personalidade.
Para quem não tem muito interesse em ler essa parede de texto que eu escrevi, eu vou terminar esse post só falando que, desde que eu fui na minha primeira consulta, eu me sinto uma pessoa totalmente diferente de quem eu era no final do ano passado. E, honestamente, acho que nunca me senti tão feliz em toda a minha vida, mesmo com toda essa confusão por causa da Covid-19.
Se você já sentiu qualquer coisa parecida com o que eu senti, procure ajuda! É bem possível que seu problema seja fisiológico em algum nível e é extramente provável que vá te fazer um bem danado.
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2020.02.07 07:08 AlguemPorAi123 Parece que a vida tá passando.. e eu ficando

Tô com uma sensação ultimamente de que a vida tá passando e eu ficando pra trás de algumas formas, estou já com 36 anos ,namoro a 14 anos a mesma mulher (única experiência sexual de fato minha, já tive várias outras ficantes mas sem sexo de fato), ela mora em outra cidade e não topa morar comigo, amo ela, a gente se dá bem na cama etc ela mas.. tenho sentido falta de outras experiências, imaginando que poderia ser feliz tb com outras pessoas,l. até cogito trai-la mas não sei se vou me arrepender e colocar tudo a perder, por outro lado tenho medo de continuar e lá.na frente me sentir mais frustrado ainda com isso.
além disso, vejo minha vida profissional empacada.. sou bem formado numa faculdade top mas não exerço todo meu potencial em boa parte por conta do relacionamento, como disse, ela mora em outra cidade e pra gente se ver mais, optei por um serviço mais flexível mas que paga menos pra ter tempo de passar uns dias com ela. mas isso também me dá a sensação de tá ficando pra trás, deixando boas oportunidades de carreira em troca de tempo.
o mais engraçado de tudo isso, é que sou muito feliz com essa pessoa, tenho aprendido que tem coisas mais importantes que dinheiro etc e como o tempo livre eh valioso! porém a sensação de tá deixando muita coisa pra trás tb eh bem forte.
sei lá oq fazer..
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2020.01.08 01:29 MinistroPauloCats Os benefícios de ser feio

Todos querem ter uma ótima aparência boa, provavelmente pela maior aceitação social, sucesso na carreira ou seleção de parceiros, mas parecer bonito nem sempre é o melhor. Ser feio tem um lado positivo, por incrível que pareça.

Quatro benefícios de ser feio

Há uma expressão que vem sendo usada recentemente - "looks maxing" - que significa maximizar sua aparência. Embora não haja nada de errado em melhorar sua aparência física, essa busca reflete o tipo de sociedade em que vivemos. Tudo gira em torno das coisas visíveis e exteriores. Buscar um corte de cabelo, perder peso ou vestir roupas bonitas podem ajudar você a melhorar, mas algumas pessoas continuarão feias não importa o que elas façam.
Mas existem alguns grandes benefícios quando as pessoas não são fisicamente atraídas por você - estou usando a segunda pessoa do singular não para chamá-lo(a) de feio, mas para melhor explicar o seguinte:

Vou contar uma estória do Taoismo como exemplo: há muito tempo atrás na China havia uma árvore torta. Ela era tão deformada e feia que nenhum lenhador ficou interessado em cortá-la. No entanto, as árvores retas eram cortadas constantemente porque eram consideradas ideais para transformar em tábuas. Então a feiúra da árvore garantiu sua sobrevivência durante tanto tempo que as pessoas passaram a notar sua presença e forma especial e ela acabou sendo declarada sagrada.
Quando você é feio(a), seu caminho na vida não vai ser o mesmo que os bonitões ou lindonas que eram os mais populares na escola graças à sua genética. Mas você deve ser grato(a) por isso.
A vida emocional de uma lindona pode ser uma sucessão de bad boys que só "gostaram" dela por causa da aparência.
Um bonitão pode ter se tornado um viciado em sexo, álcool e drogas por causa de toda a atenção feminina que ele recebeu, sem nunca ter tido incentivo para fazer algo a mais em sua vida. Ele também pode ter engravidado uma mulher que não passava de um encontro casual.
Então se você é feio, está praticamente livre dessa miséria, então seja feliz por isso.

Se você não é dotado de aparência, isso é uma ótima oportunidade para trabalhar em outros aspectos de si mesmo. Um desses aspectos é a personalidade. Pessoas feias podem ser pessoas carismáticas.
Bondade, humor, inteligência, saber se expressar bem - essas são características valiosas que você pode desenvolver. No final, uma pessoa gentil, honesta e sincera é muito mais apreciada do que uma pessoa que parece bonita, mas é uma completa idiota.
Outra grande coisa é que as pessoas que gostam de você, que querem se associar com você, estão fazendo isso por causa de sua personalidade.
Pessoas populares e bonitas são frequentemente usadas ​​e abusadas ​​devido ao status social. As pessoas querem ser vistas com pessoas bonitas porque isso aumenta seu prestígio.
Alguns grupos de pessoas, especialmente as que postam muito nas mídias sociais são inteiramente baseados na aparência. Na realidade eles podem até se odiar, mas isso não importa muito para eles, desde que eles fiquem bem quando juntos no Facebook ou no Instagram. É uma existência rasa.
Você, por outro lado, fica muito mais propenso a ter amizades profundas e significativas, que não giram em torno de tais aspectos superficiais, como o jeito do seu rosto ou o tamanho de seus músculos ou se sua bolsa combina com sua jaqueta.

Pessoas bonitas ficam ocupadas o tempo todo porque todo mundo quer ser visto com elas. São bombardeados com mensagens de Whatsapp e telefonemas. Isso pode ser desgastante. Uma mulher bonita pode combinar com praticamente qualquer cara no Tinder e em aplicativos de namoro. Um cara bonito pode estar na mesma situação. Mas geralmente ambos têm uma lista de candidatos(as) que ele tendem a querer atender o tempo todo.
Isso pode parecer muito bom, mas existe algo chamado "o paradoxo das escolhas". Quando há muitas escolhas, você acaba tendo ansiedade e indecisão.
Mas quando você é feio, é muito provável que sua escolha de parceiro(a) seja limitada e seu telefone não fica tocando o tempo todo. Isso é ótimo porque isso significa que você tem muito tempo livre, você pode aprender a tocar um instrumento, desenvolver um negócio ou escrever um livro, fazendo um bom uso dele.

Você acha que Mark Zuckerberg é um supermodelo? Que tal Elon Musk? Elon Musk parece bom agora, mas se você olhar uma foto dele quando ele era mais jovem...
Imagine Elon e Mark se fossem bonitos quando eram garotos, você acha que eles iriam criar o Facebook e a Tesla? Eles estariam muito ocupados com garotas.
Ser feio pode ser uma força motriz para o sucesso e, se você não conseguir encontrar um parceiro por causa de sua aparência, pode usar essa frustração como combustível para alcançar sua grandeza.
Essa grandeza é mais do que sucesso financeiro, você também pode ser grande em virtude. A ciência já provou que a generosidade faz as pessoas felizes e há até freiras e monges que são exemplos excelentes disso.
Então você não precisa ser bonita ou bonito, mas pode viver uma vida boa sendo bom, feliz e humilde.
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2019.12.10 17:46 throwawaysemnome Minha irmã quer se matar e se provavelmente eu tiver a mesma vida que ela teve vai dar merda pra mim também

essa vai ser a 43423423 e talvez a ultima throwaway q vou criar pra esse subreddit, e o post mais profundo e fudido meu

Eu xxF (não importa a idade agora pra não falarem merda) entrei de ferias semanas atras, eu nem pra lembrar eu consigo, i mean, desde quando eu tava tendo aula eu não queria entrar de férias, desde ano passado eu fui assim, mas esse ano eu realmente não queria, não queria mesmo. Eu, se eu dizer minha rotina, já ira ter pessoa já reconhecendo a historia que ja desabafei aqui, e não liguem pra esses ultimos desabafos, aqueles não importam, eram só surtos mal feitos, vamos láá, acordar ir pra escola blablabla ficar no computador de tarde e de noite, sabado ficar no computador quando eu estiver acordada, umas... 12 horas por dia? domingo mesma coisa? quero dizer, minha vida inteira foi assim, mas lembro que quando criança meu pai colocava só 5 horas por dia num coisa lá do windows 7 controle dos pais, e eu nem me lembro o que fazia quando isso acabava, eu lembro mais profundamente na infancia eu brincando com meu patinete em volta da casa, nao saia na rua nem nada, lembro mais profundamente eu indo pra rua pra brincar com umas menininhas da casa da frente, e meus pais me chamando pra ir de volta pra casa, porque NaO pOdIa. eu lembro de minha mãe mandando eu roubar a mochila das meninas da frente q ia ser jogado no lixo, na verdade, eu nem sei... a mochila só tava la na frente da casa, eu nem sei... foi tudo culpa da minha mãe... eu odeio esse passado e me sinto um lixo lembrando isso... eu nem era tão pobre assim, se mil reais por mes pra 4 pessoas era pouco... e minha intenção aqui nem era desabafar meu passado... eu me odeio agora
eu só quero pular pro presente agora, as pessoas tem que me reconhecer pelo presente, eu sou uma boa pessoa agora por fora, eu sou extrovertida quando meus amigos estão por perto, na escola, eu tive que conviver com um outro grupinho que nem me socializar eu conseguia direito pois de lá eu só conhecia meu uh, namorado? (eu queria só ficar com ele mas, quis namorar e agora nem me respondendo mais no messenger está, e eu nem conhecia faz 1 semana e ele ja me queria e eu aceitei por pressão e porque ele era uma boa pessoa numa escola cheio de gente que não presta, e olha lá que eu ja fiz um post aqui falando isso, de qualquer forma, namoro em geral é superestimado)

presente agora -
quando começou as férias eu fiquei só fazendo as mesmas merdas, a diferença é que eu agora acordava mais tarde, tava indo até tudo bem, ''aprendi'' a conviver com as férias DESPERDIÇANDO MINHA VIDA, QUE ESSE APRENDI TA MAIS PRA ME ILUDIR, um webamigo (tomara que ele realmente nao leia esse desabafo, ele pode facilmente se reconhecer aqui, ele usa reddit, se vc de alguma forma ler isso, esqueça) meses mais velho que eu falava que foi em festas com a familia academia etc etc eu comecei a ignorar ele, eu não gostava de ouvir aquilo, tipo, inveja? mas ao inves de raiva eu só queria chorar, e foi o que eu fiz, ele depois de muitas tentativas de oi veio logo me chamar em outra conta que eu era ativa, e eu nao tive escolha, eu fiz drama só mandando pontos e falando que ele me deixava triste, igual um adolescente que quer atenção, mas n entendeu e eu só quis deixar isso de lado, e falar de outros assuntos, eu so chorei quando eu fiquei falando que tal coisa deixava triste, eu nao posso chorar porque meu quarto é publico, qualquer um pode ir aqui quando quiser porque o guarda roupa que tem aqui é de todos. então ja veio minha mae se preocupando, e como esperado, ela já veio falando : ''O cOmPuTaDoR eStRaGoU?''

parece bobo, mas aquilo me ferrou ainda mais, pode ser qualquer coisa que posso estar, mas, alguem pensar que eu estar chorando por causa do notebook estragar, me faz pensar que minha vida inteira ta sendo mesmo ficar na frente de uma tela apertando botoes. É isso, só ter uma vida e essa vida ser só isso.
De repente eu percebi minha mãe me mimando dando comida, um tipo lá de chocotone e fez pipoca, que bom mimar um sedentário com coisas nada saudaveis, ja sentia dor no peito mesmo dias atrás (mais uma referencia a outro desabafo)
ok, isso tudo foi ontem, dormi, acordei e fui dormir no quarto da minha mãe porque minha irmã tava se mexendo na cama e isso me deixava desconfortavel
agora que vem a merda
hoje acordei de novo com minha mãe e irmã falando alto sobre como o namorado dela quis um tempo ou algo do tipo, tava uma discussão normal, ela falando como ela tem raiva de tudo e se odeia, mãe perguntando o porque da cara dela estar vermelha em certos momentos etc etc
me deu vontade de chorar de novo por ela estar se preocupando com namorado sendo que ela tem emprego e vai pra onde quiser, enquanto minha vida literalmente depende dos meus pais (minha irmã é 21F e esqueci de falar que também minha infancia do 1 á 5 série foi chorar todos os dias na sala enquanto minha turma inteira, inclusive a professora do 1 e 2 ano, fazer bullying comigo, a minha nova escola do fundamental 2 quase ninguem me conhecia entao ninguem mais fazia bullying comigo, mesmo as 2 escolas sendo bem pertas, mesmo assim, eu nao sei o que eu tenho pra ser tao sensivel assim, mas agora tem motivo ainda).
Então, com um pai que trabalha e fica a noite inteira jogando, uma mãe que cuida da casa e vai assistir televisão quando não tem nada pra fazer, o que eu vou virar? huh? comecei a chorar no travesseiro
depois de tanto blablabla que discutiram, minha irmã começou a chorar, falando de novo que se odeia, que toda a raiva dela é biológica, de dentro da cabeça, que não produz mais felicidade, eu realmente nao me lembro muito por isso to falando tao vagamente.
e agora uma coisa inesperada pois sempre achei que minha mae entende que depressão não é frescura, que se preocupou comigo pensando que eu teria um dia, minha mae começou a falar merda
ela começou a falar com raiva que pelo menos minha irmã tem saúde e que isso que importa, começou a comparar minha irmã com minha prima que sei lá o que engravidou perdeu namorado e mesmo assim seguiu com a vida, que tem que ter força de vontade
mas acho que nem tudo que ela falou foi merda, eu não sei diferenciar desculpa, mas cada pessoa tem sua vida, não precisa ficar se comparando com pessoa com vida pior, isso não vai adiantar nada, minha mãe começou a falar que viu a vida inteira a mãe dela apanhar, falando como se fosse normal.
agora minha mãe vai falar com meu pai, minha mãe falou que meu cunhado terminou o namoro com minha irmã q queria ficar sozinho, que ele era bomzinho de boas com a vida e minha irmã um tanque de guerra, que computador da depressão (finalmente percebeu isso, minha irmã trancada em casa, não tipo, realmente computador, também celular, porque não tinha nada pra fazer alem disso antes de conseguir emprego e namorado), e quando minha mãe falou que minha irmã queria se matar meu pai falou : ''AhHhHh Vai coMeÇaR cOm O DrAmA'' ''FiQueI dESDe PeQUEnO TrABaLhANDO'' e pelo menos começaram a falar de psicologo, meu pai falando sobre espiritismo falando que quando se matar n vai pro paraiso e sim vai ser uma alma penada bla bla bla (ai ai gente ''religiosa'' ou algo do tipo é foda)

mãe : ''se tem que conversar com ela''
pai : ''N VOU (?? n sei mais q ele falou ele tava com a boca cheio de comida)
mãe falou mais algo que nao escutei porque meu barulho de teclado n deixou escutar
meu pai começou a falar que minha irmã foi criado tudo na mordomia e que a vida é sofrer
sinceramente, MEU PAI SÓ FALA MERDA, primeiramente, não é porque os pais teve a vida ruim que o filho vai ter também, na verdade nem sei como foi a vida dele antigamente, mas acha, acha que isso vai ser um loop infinito? um bom pai é assim? desejar a mesma coisa que ele passou pro filho? assim o filho desejar pro filho a mesma coisa? e assim vai indo? eles não abriram a mente pra ver como é tudo hoje em dia, eles ferram com a mente de uma pessoa deixando trancado em casa e chamando de vagabunda, pra depois falar que foi tudo na mordomia? sinceramente, devem gostar de sofrer, ou melhor, ja acostumaram sofrer, não é tipo, sofrer mesmo, mas parece que falar : ''todos vamos morrer um dia'' vai abrir a mente deles pra dizer que a vida não é só trabalhar e ficar preso em casa, i mean, mesmo minha irmã ja tendo 21 anos e precisando trabalhar, acha que ela fez algo de bom antes? que se divertiu na unica epoca da vida de se divertir? não, FICAR EM CASA NÃO É VIVER, desculpa se alguem acha que isso é frescura MAS EU TO PERDENDO A CABEÇA COM ISSO, a menina mesmo livre agora, teve um passado desperdiçado, ela falava que aguentou 20 anos por isso, imagina 20 anos desperdiçado, e eu, 13, parabens descobriram minha idade, 13 anos sentada e indo pra escola, irra.
na minha sincera opinião sobre o namoro dela, ela amava mais o namorado do que eu, e isso era o certo, o namorado dela dava presentes toda hora, a estante do nosso quarto é quase tudo presente dele ou da mãe dele, o namorado dela iluminou a vida dela, e então ela gastava o dinheiro do emprego dela tambem dando presentes pra ele, agora tinha chegado um teclado que ela iria dar pra ele, mas como ele terminou o namoro, ou deu um tempo sei lá, nem sei o que vai acontecer, o teclado tinha custado uns 200 reais, eu pensei que ela iria comprar pra mim e eu fiquei com raiva, quem gastaria 200 reais num teclado? mas era pro namorado dela, isso foi mais entendivel, depois de tanto mimo que ele deu pra ela, ela tem que retribuir, ela até perguntou pra mim o que eu queria de natal, já que meus pais tão pouco se fudendo pra mim, mas era no maximo 100 e eu queria algo de uns 200 (era uma mesa digitalizadora, eu queria uma pra eu continuar desenhando pois desenhar no mouse é impossivel, quem é artista sabe, eu desenho faz 5 anos e eu perdi totalmente o animo de desenhar, pois ate pessoas que nem sabem desenhar ja compram uma e isso é uma grande injustiça, e eu poderia fazer comissions até pra ganhar dinheiro com isso, mas nãoo, se eu tivesse uma mesa digitalizadora eu iria ganhar muito animo pra fazer isso) ser pobre é foda, nao quis nada mesmo.
o namorado dela era de boas com a vida porque deve ser classe media, tudo de boas, bla bla bla, casa boa, ja minha irma tem uma vida merda, agora, se vê o triangulo que isso fez?

irmã com vida merda > irmã acha namorado e emprego > irmã perde namorado por causa da vida merda q era o passado que não traz mais nenhuma felicidade pra ela hoje em dia, pois fica com raiva e nem sei da historia direito e o que ela fez pro namorado.

nossos pais tao fudendo com nossa vida, se for frescura, é só nós que somos sensiveis assim, é normal ficar com uma vida assim? não sabia.

vontade de ela voltar com o namoro e eu ser o filho deles, sinceramente.

morar numa casa que todos dão risada e pais que querem ver todos sofrerem é... torturante, se eu ficar aqui, vou ficar literalmente chorando as férias inteiras
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2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
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2019.05.10 07:05 giulianosse Apatia; viver faz ainda menos sentido e literalmente não vejo saída pra isso

Aviso que isso vai ser longo. Provavelmente ninguém lerá até o fim, mas eu juro que tentei resumir o máximo que pude.
Background: 2018
Eu, 23 anos, basicamente um fracasso em quase todos os aspectos possíveis da vida.
Em julho descobri que seria jubilado no final do semestre após cursar 4 anos de um curso que eu amo em uma das faculdades mais prestigiosas do país pois não tinha vontade e ânimo de estudar (dificuldade de me adaptar = DPs = poucos amigos)... mas tudo bem
Sempre tive poucos amigos. Muitos colegas e conhecidos, mas poucos amigos de verdade. Sou super introvertido, mas depois que conheço mais a pessoa me torno o cara mais extrovertido do planeta. Não gosto de ir em festas e baladas onde não conheço ninguém, mas adoro passar uma noite enchendo a cara e falando/fazendo merda no boteco mais sujo da cidade com meus amigos. Sempre tive sobrepeso, fui feio e tive zero auto-estima, então nunca aprendi a me aproximar de alguém novo... mas tudo bem
Tenho os hobbies mais caseiros possíveis: livros, séries, jogos e filmes. Porém, assim como minha persona social, sou esquisito e sou doido de vontade de fazer outras coisas mais "ao ar livre" tipo viajar para outras cidades/países, ir em shows, festas, praticar um esporte; só faltava companhia mesmo... mas tudo bem.
Nunca tinha tido uma relação amorosa. Pior, sequer consigo conversar direito com meninas. Apesar de não ser mais bv, ainda assim era virgem e nunca tinha sentido vontade de ter um relacionamento... mas tudo bem.
Digo "tudo bem" pois eu aceitava perfeitamente a minha mediocridade. Eu não era feliz, mas de certa forma conformado e satisfeito com a minha situação... e isso era o que importava. Era contente e deixava a vida me levar.
Aí chegou setembro.
Logo no começo do mês, viajei com uns amigos e passamos um fim de semana enchendo a cara em um sítio, como fazemos semi-regularmente. Sempre vão basicamente as mesmas 8-10 pessoas, às vezes alguém novo. Eis que o impossível acontece: uma garota da minha idade, amiga comum de todos os meus companheiros (todos na casa dos 28 anos pra cima), também foi. Inicialmente eu não dei a mínima, mas aconteceu que ela estava 100% interessada em mim. Até eu, um zero a esquerda nesse assunto, notei isso na hora.
Enfim, por iniciativa dela acabamos se pegando (e eu, na ansiedade e pânico do momento, acabei nem me despedindo dela quando fui embora no domingo hahaha)
No dia seguinte, resolvi adicionar ela no Facebook (como faço com todas as pessoas novas que conheço) e, pasmem, ela vem puxar assunto. No começo, mal conseguia responder. Ela teve muita insistência em continuar me dando trela. Papo vai, papo vem e acabo "descobrindo" que ela estava realmente interessada em mim.
Acabou que, em basicamente uma semana, estávamos trocando mensagens todos os dias e conversando basicamente o dia inteiro sobre tudo, tudo mesmo. Contei coisas pessoais que nunca tinha falado pra ninguém. Ouvi, também. Éramos compatíveis em literalmente tudo. Nos abrimos como livros. Nunca havia sequer imaginado que poderia ser íntimo assim com outra pessoa em minha vida.
Acabou que, obviamente, nos apaixonamos. No começo foi meio estressante (duas semanas depois, primeiro encontro, eu já a pedindo em namoro e ouvindo um "não" porém continuamos interagindo da mesma maneira; ela ficando com outras pessoas em um bar e depois vindo contar, chorando, que não podíamos ser nada além de amigos; ela mudando de opinião 180º um fim de semana depois) mas deu que acabamos por enfim namorar.
Não quero me prender muito aos detalhes, mas apenas gostaria de dizer que foram os melhores três meses da minha vida. Eu a amei, e era tudo absolutamente 100% recíproco. Fizemos planos, fomos descobrindo ainda mais coisas e hobbies que éramos compatíveis... até brincávamos que estávamos bancando o Juscelino Kubitschek edificando Brasília - 50 anos em 5 - pelo ritmo das coisas. Não sou muito de filmes românticos, mas eu ainda acredito que nossa paixão era melhor que 95% de todos os roteiros e scripts que alguma vez já foram lançados no cinema (assistam "Spring" - além de ser um filme pica d+, é basicamente uma alegoria 1:1 do nosso namoro até então. Ficamos até meio chocados quando assistimos)
Nesse período eu também dei um duplo twist carpado na personalidade - minha auto estima foi de negativo a 100, comecei a me vestir melhor, fiquei mais extrovertido - as pessoas sempre nos chamavam para participar de qualquer coisa - e animado, comecei a expandir meu círculo social; passei no vestibular - extremamente concorrido e difícil da mesma universidade que fui desligado - sem estudar absolutamente nada, estava pronto para arranjar um estágio/emprego na área que sempre sonhei... Evoluí pessoal e profissionalmente nesses 3 meses o que não havia feito em 5 anos.
Começou 2019.
Tudo estava correndo na mais perfeita normalidade... até mais ou menos a metade de janeiro. No período de uma semana, um interruptor mudou nela. Da mesma maneira que a relação esquentou, esfriou... porém sem nenhum motivo óbvio. A mudança foi de nível "trocar 300 mensagens melosas por dia e o caralho a quatro" e contar os segundos até que pudéssemos nos ver novamente pra "tô cansada e ocupada, só posso falar de noite" e ficar indiferente quando finalmente nos encontrávamos.
No último dia do mês ela terminou por telefone. Ela disse que "não estávamos na mesma fase de vida" (ela havia terminado uma relação de 6 anos no começo de 2018) e que se isso continuasse ela iria me tratar ainda pior a cada dia que passasse, como foi com o ex dela. Disse que gostaria de continuar "sendo amigos", mas nem isso acabou por ser recíproco. Provavelmente queria aproveitar a vida e não arrumar outra relação séria tão cedo, enfim.
Antes que alguém pense nisso - não, eu não estava sendo traído nem nada do estilo. Disso eu tenho absoluta certeza pelo que eu conhecia dela. E também não digo que eu não tive culpa de nada - durante o último mês da relação, a falta de reciprocidade estourou a minha ansiedade pra mil e isso mais que certeza contribuiu bastante pro final.
Para a surpresa de ninguém, isso foi como um tiro pra mim. Não esperava um término de fato, ainda mais sem nenhuma explicação. Mas o pior do pior de tudo foi o pós - agora, no caso.
Pense em alguém que esteve a vida inteira caído no chão. Um belo dia, alguém lhe dá a mão e a ajuda a levantar. Assim que a pessoa, por fim, finalmente fica de pé, alguém passa uma rasteira por trás e a pessoa volta a cair no chão.
Como eu falei, antes eu era medíocre, mas era conformado. Hoje eu voltei à mesma mediocridade, mas não consigo mais me contentar após ter visto "o outro lado" da vida. Como era bom ter uma pessoa na vida que realmente se importava com você. Como era ser amado por outra pessoa. O que é intimidade. Como é bom ser valorizado pelo que você é.
Infelizmente, tudo que conquistei acabou por voltar ao modo que era antes. Estou na mesma merda em relação à faculdade (falta de ânimo pra estudar = fazer poucas matérias no semestre = deixar de me enturnar com os outros calouros = suicídio social 2.0), não consegui um estágio, tenho quase 24 anos sem experiência profissional, sem um diploma, sem círculos sociais novos.
Nem tudo foi pro lixo. Ainda mantenho o meu peso (lá pra maio do ano passado comecei a fazer uma dieta que emagreci 25kg em 6 meses - me perguntem sobre jejum intermitente que eu sou profissa nisso!) e me sinto 1% mais confortável no meu corpo, minha relação com o meu pai melhorou e não perdi nenhum amigo que tinha após o termino (tanto porque nosso círculo social era o mesmo).
Porém, eu tenho vontade de acabar com tudo todos os dias.
Diversas pessoas me contaram, na época, que isso ia passar. Eu ainda penso nisso quase todos os dias. Pior ainda pois estou bem desocupado (tenho só 2 aulas por semana).
Venho tentando ser o mais social possível, organizando bares, encontros entre amigos, programas, churrascos... tudo pra ter um pouco de companhia. Mas, eu te pergunto, e aí? Todos meus amigos, por serem mais velhos, tem suas responsabilidades e não estão sempre disponíveis. Sem contar que eu sinto que a cada dia eles estão se enchendo de mim, por eu estar projetando toda essa carência (só conversei sobre meu término de vdd com um dos meus amigos, que além de ser família eu o considero praticamente como um irmão)
Nunca fui fã de acreditar em destino, mas vira e mexe me pego pensando "será que ela era 'a minha alma gêmea' e como eu caguei na oportunidade ficarei solitário pelo resto da minha vida?". Leio milhões de relatos na Internet de pessoas que são solteiras com seus 30, 40, 50 anos e me vejo no lugar delas. Tentei por um tempo dating apps mas foram poucas pessoas que me interessaram, ainda menos que sequer responderam minhas mensagens e nenhuma até agora que sequer deu a mínima bola. Me considero um 6 de aparência, mas sempre me prezei pelo meu humor e capacidade de conversa. Fato é que ninguém me quer.
Com toda certeza também nunca encontrarei alguém como ela na minha vida. Isso não é papo e sim praticamente um fato. Quais as chances de alguém, além de me achar interessante e bonito, dar a iniciativa que está afim de mim, me dar bola, ser bonita, possuir os exatos mesmos gostos e hobbies, mesma personalidade, mesmo senso de humor, maturidade... mesma porra toda? E ainda possível conhecer ela por intermédio de amigos? Absolutamente zero.
E é por isso que não vejo mais sentido nessa vida. Só estou prolongando o meu sofrimento e apatia a cada dia que passa. Estamos já quase na metade do ano em um piscar de olhos e sinto que tô jogando minha vida no lixo. Francamente, meu desejo de viver acabou quatro meses atrás e atualmente eu sou apenas um zumbi vivendo em função do momento. Não há um dia que passe e eu não pense em como seria reconfortante dar um fim nisso tudo.
Se você leu até aqui: meus eternos agradecimentos e desculpas por ser algo tão patético. Desabafar me trouxe um alívio momentâneo, mas atualmente é tudo que eu tenho.
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2018.12.28 18:30 ikiler7 Deixar sonho pelo Relacionamento. Não faça isso !

Terminei um relacionamento de 1 ano nesse exato momento e digo que vocês jamais podem deixar seus sonhos por uma pessoa. Nunca Façam isso.
No começo é tudo uma maravilha, você sente emoções, a pessoa chora por você, diz que você é tudo por ela, mas não caiam nessa. Nada disso é verdadeiro de coração e isso não vai acontecer de verdade.
Ninguém além da sua mãe se importara e dará a vida por você, ninguém se importara com você. Namoro verdadeiro não se cria a partir de 2 ou 3 anos, mas sim depois de 6 ou 10 anos. Não caiam no conto de fada da paixão e que amor a primeira vista e por favor. CONTROLE O EMOCIONAL.
A minha ex-namorada queria tudo na hora, tudo do seu jeito. Eu fazia tudo por ela, deixei sonhos, desejos, momentos bons por um relacionamento que tinha uma emoção que chamamos de amor, mas tudo é ilusão e oque tinhas nada mais é que uma paixão passageira.
Sinceramente? eu não estou triste agora. Eu me sinto muito ótimo e me vejo livre de uma corrente, uma prisão que eu mesmo criei. Muita das vezes você precisa tira a SOLIDÃO presa na suas pernas e viver a vida. Porque o pior não é viver sozinho, mas sim ter uma pessoa ao seu lado e continuar sentindo o mesmo que não ter ninguém.

Bom Fim de anos para vocês.
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2018.04.20 20:34 CarroR24311 Como eu uso o Tinder pra despertar a “GP” interior em algumas mulheres

PRIMEIRO PASSO - O PERFIL
Bem, meu objetivo no Tinder sempre foi obter encontros com finalidade estritamente sexual, mas ao mesmo tempo precisava manter minha identidade preservada. Não estava buscando uma namorada, amante, crush, ou nada do tipo. "Ah, CarroR24311, mas não seria mais fácil então sair com uma GP?" Sim, seria...mas minhas motivações nem sempre são muito simples de serem definidas ou explicadas; encontro prazer no inusitado, no inesperado, na surpresa. Gosto de jogos, e me pareceu um jogo interessante essa "pescaria"...jogar a isca e ver quem nesse universo tão variado de meninas que aparecem todos os dias na descoberta do Tinder cairia na minha rede. Sabia desde o primeiro momento que seria uma loteria...sair com meninas das quais eu não sabia nada, das quais não tinha nenhuma informação senão meia dúzia de fotos e uma descrição que geralmente se resumia a signo, altura, gosta da série tal, dispensa quem quer apenas sexo (essa parte geralmente era a mais engraçada, por motivos óbvios).
Assim, o primeiro passo foi criar um facebook apenas com a finalidade de usar o Tinder, já que é obrigatório vincular uma conta do face ao Tinder. Feito isso, é hora de criar o perfil...por via de regras, no Tinder as pessoas avaliam as outras com base nas fotos e uma breve descrição. No meu caso a minha foto não mostrava a minha pessoa, mas sim uma sugestão sobre o meu objetivo ali. E minha descrição era bem objetiva, do tipo "Sou casado, busco relacionamento sexual e como retribuição ofereço um valor de até $$$ por cada encontro. Não busco romance ou namoro, ofereço e exijo o máximo de discrição".
SEGUNDO PASSO - A PESCARIA
Nesse momento se define o que se deseja, podendo limitar sua escolha por localização e faixa etária. No meu caso, no começo eu defini que gostaria de visualizar apenas meninas de 18-22 anos e localização de até 160 km do meu local. Nesse primeiro momento eu geralmente dava likes indiscriminadamente, queria mais ter um feeling se meu perfil iria fisgar a atenção de alguém. Logo no primeiro dia consegui 8 matchs, e então passei a ser mais seletivo, reduzindo o "range" de distância e concentrando meus likes apenas nas meninas que de fato me chamavam a atenção.
TERCEIRO PASSO - DEI MATCH, O QUE FAÇO AGORA
Bem, eu uso a seguinte regra: se dei like por último, eu começo a conversa, se a menina deu like por último, espero ela começar. No meu caso, tudo sempre começa com o famoso "Bom dia, tudo bem com você?", e em seguida eu pergunto se ela leu meu perfil por completo, se existe alguma dúvida com relação à minha proposta. Acho isso importante pois reforça a objetividade da oferta e não dá muita margem para a menina ficar de papo furado depois. Na maioria dos casos as meninas afirmam terem lido e estarem de acordo. Mas também na maioria dos casos elas vão querer saber um pouco sobre você, sua motivação, e principalmente, vão querer uma foto sua. Posso afirmar que 99% vão pedir para ver uma foto antes de seguir em frente, e existem mil maneiras que você pode enviar uma foto: colocando no próprio perfil do Tinder e depois tirando (não gosto de fazer isso, pois alguém conhecido pode justamente estar olhando seu perfil naquele exato momento), upando em um tumblr da vida e passando o link, ou então passando a conversa do Tinder para o popular WhatsApp. Eu geralmente uso essa última.
Bem, daí pra frente vai de cada um. Você vai ter que conversar com a menina e combinar o seu encontro. Eu geralmente pergunto à menina se ela prefere encontrar antes para tomar um café, conversar um pouco, quebrar o gelo, afinal de contas são garotas que na maioria das vezes nunca fizeram sexo em troca de dinheiro e ficam preocupadas de você ser um maníaco ao algo do tipo. Para uns 20% isso foi muito importante, e eu não teria sucesso com elas se não tivesse colocado essa possibilidade. As demais foram de boa para abate sem floreios. Também é bom salientar que na maioria dos casos de encontros pelo Tinder não é a menina que vem ao seu encontro. Você vai ter que ir atrás...e isso pode ser um empecilho para alguns.
Outra coisa, eu não pedi nudes para nenhuma menina. Como já disse lá no início, encarei essa experiência como uma loteria, e solicitar fotos sem roupas poderia colocar em risco meu objetivo. Tem muita gente no Tinder que fica só pedindo foto, e as meninas por razões óbvias vão ter muito receio de encaminha-las para um estranho. Em razão disso, tive alguns desapontamentos, mas no fim, como Edith Piaf posso afirmar que "Je ne regrette rien"
Com relação à duração dos encontros, isso também era algo totalmente em aberto. Eu particularmente preferia não definir nada, deixar rolar...assim, para algumas meninas eu paguei para ficar uma noite inteira o mesmo que valor que gastei para passar 20 minutos com outras.
Enfim, o resultado dessa experiência foram encontros com 19 meninas, das mais diversas origens e classes sociais. Vou descrever um resumo de cada um, para que tenham uma ideia do que poderão encontrar...
Menina 1 - Mesquita - 20 anos - Funcionária Pública
Bem, essa foi fisgada ainda na primeira leva de likes. Mulata, não muito bonita de rosto, mas tinha um corpão de passista de escola de samba. Combinamos na praça, e na hora marcada ela estava lá. Eu estava nervoso por ser meu primeiro encontro, e ela nitidamente também estava. Quando ela entra no carro bateu uma bad, pois as fotos haviam pegado apenas seus melhores ângulos, que eu pessoalmente não conseguia enxergar. Enfim, mas eu já estava ali, então ia tentar fazer daquele limão uma limonada. Já no carro ela começa a me elogiar, dizendo que me achou bonito e que não entendia o porque de eu estar pagando para sair com garotas, e no caso, estar saindo com ela. Eu pensei a mesma coisa, mas não disse. Como eu havia combinado antes com ela de sairmos para comer algumas coisa, fomos para o shopping almoçar e conversar um pouco, antes de ir para o hotel. Bem, pelo menos sem roupa ela compensava a cara. Menina bem gostosa, seios médios, bundão. pedia para chamar ela de puta e por fim, me ofereceu atrás que eu claro, não recusei. mas logo em seguida bateu a bad de novo, e disse a ela que tinha um compromisso e ia precisar ir embora. Devemos ter ficado em torno de 1 hora no hotel...na hora de pagar ela ficou muito constrangida, a princípio não quis receber. Mas depois de minha insistência, ela acabou aceitando.
No caminho para deixá-la de volta em casa ela contou que imaginava que iríamos ficar mais tempo, mas que como saiu cedo iria conseguir ir à reunião do grupo de jovens na igreja 54** . Achei essa parte engraçada, mas segurei para não rir. Dois minutos depois de deixá-la no local onde a peguei, descombinei no Tinder e fui seguindo meu caminho pra casa, quando ela me manda uma mensagem pelo WhatsApp perguntando o porque de eu ter descombinado. Enfim, como justamente estava nessa para não ter que dar satisfação a ninguém, não respondi e tratei de bloqueá-la no WhatsApp também. Ela foi a primeira de 36 contatos que estão bloquedos hoje no meu telefone, que vão de garotas que eu já saí e não quis repetir até meninas com quem eu comecei a conversar mas decidi por não encontrar.
Menina 2 - Volta Redonda - 21 anos - Estagiária em Escritório de Advocacia
Sim senhores, nesse afã por ppk eu fui parar em Volta Redonda. Como no começo meu "range" estava de até 160 km, acabei dando match com essa menina de lá, e ela me chamou tanta atenção que decidi que valeria a viagem. Pelas fotos do tinder e instagram ela parecia com a Mulan, personagem de um desenho da Disney. Na conversa pelo WhatsApp se mostrou instruída, tranquila, o que me animou ainda mais em encontra-la. Com ela não teve papo antes...nos encontramos e fomos direto para o hotel. Era a segunda vez que encontrava alguém em troca de grana e estava juntando para por silicone. Dei duas com ela, e poderia ter dado mais se quisesse, mas eu tinha que voltar ao Rio para trabalhar. Enfim, apesar de ter sido legal, não tinha intenção de repetir, então foi para o saco dos blocks também.
Menina 3 - Santa Cruz - 18 anos - Blogueira e Hostess
Fiquei impressionado com as fotos dela. Pelo WhatsApp a menina me pediu um monte de fotos, perguntou um monte de coisas, já estava ficando puto, mas como queria muito conhecê-la fui relevando. Até que ela passou um pouco dos limites, perguntando coisas da minha vida pessoal, daí eu dei-lhe um fora, e já imaginava que ela ia me xingar e cair fora, mas o oposto aconteceu. Ela pediu desculpas e ficou mansinha, me mandou até nudes sem eu pedir. hahahaha
Enfim, fui encontrá-la em Santa Cruz, e a menina queria manter as luzes apagadas no quarto. Muito gostosa, mas tinha um comportamento meio estranho. Parecia sofrer de distúrbio de dupla personalidade. Enfim, essa eu não bloqueei, pois achei que valeria a pena encontra-la novamente, mas três dias depois ela vem com uma história que estava precisando de grana para por implante no cabelo, se eu não podia adiantar, e tal...bem, percebi que essa mulher ia ficar no meu pé, então mais uma foi morar no saco dos blocks.
Menina 4 - Tijuca - 18 anos - Universitária
Quando dei match com ela eu nem acreditei. A menina era muito gata, mas muito mesmo...um corpo perfeito, conforme pude ver pelas suas fotos de biquíni. O relacionamento com ela extrapolou um pouco os limites que eu havia determinado para mim mesmo. Fui dormir na república onde ela morava, falava com ela todos os dias, já não pagava mais, mas a coisa já estava saindo do controle, então preferi me afastar. Dessa eu tenho saudades..
Menina 5 e 6 - Tijuca - 18 e 21 anos - Universitárias
Dei match com a de 21 anos, que durante as conversar informou que uma amiga também estava interessada. Me mandou fotos da amiga, que de fato parecia ser muito gata. Perguntei se ela e a amiga se pegavam, ela disse que não. Eu então questionei o sentido de eu sair com as duas. Elas disse que estava precisando muito de dinheiro, e que poderia fazer "2 pelo preço de 1,5". Bem, como eu estava muito afim de comer a amiga dela, topei. Nesse eu me dei mal...a amiga de fato era gata, mineira, 18 aninhos, branquinha, peitões. Uma delícia. Agora a menina que eu dei match era simplesmente diferente das fotos!!! Uma gordinha baixinha que eu não pegava nem de graça...mas é aquilo, "tá no inferno, abraça o capeta".
No hotel, as duas não podiam ficar no mesmo ambiente pois a mineira (que apesar de linda parecia um bicho do mato), tinha vergonha de dar na frente da amiga. Assim, a comi no banheiro enquanto a gordinha ficava no quarto olhando o que tinha na geladeira. Estava bom com a mineira, até que ela dá um troço e fala "agora vai com ela"...hahaha. Quase me desesperei, argumentei que estava bom ali, que não queria parar naquele momento, mas ela disse que estava ficando com a buceta ardendo por causa da camisinha. Enfim, muito puto fui comer a gordinha, que pelo menos tinha uma buceta quentinha e apertada...botei o travesseiro na cabeça dela e percebi que daquela forma, com ela de 4, até que não estava de todo ruim. Enfim, gozei e quando eu viro por lado a mineira já estava vindo arrumada do banheiro. isso não tinha passado nem 40 minutos de quando havíamos chegado. Pra não me estressar, levei as duas embora com a intenção de nunca mais ver a cara das delas. Até que um dia recebo uma mensagem no whatsapp de um número desconhecido, e para a minha surpresa era a mineira, que estava querendo sair de novo comigo (ou seja, estava precisando de grana). Falei que ela estava doida, que tinha me decepcionado da última vez e não estava afim de me aborrecer novamente. Daí ela falou que ia se esforçar para me agradar desta vez, pediu desculpas, quase implorou. Como ela era gostosa, e estava aparentemente arrependida, lá fui eu encontrá-la. Até que de fato foi melhor, mas ela estava afim de um patrono, e eu não queria ter compromisso de ter de ficar saindo sempre que ela precisasse de grana, então botei ela no saco junto com as outras.
Menina 7 - Baixada - 20 anos
Essa prefiro não relatar, sorry.
Menina 8 - Nova Iguaçu - 18 anos
Essa eu conheci por intermédio da menina 8, então boto na conta do tinder também. Branquinha, linda, uma princesa...essa eu faço questão de encontrar até hoje.
Menina 9 - Duque de Caxias - 18 anos - Lojista
As fotos dela eram sensacionais. Os seios foram os que mais me chamaram a atenção, mas o rosto era lindíssimo. Por isso até fiquei meio cabreiro. Mas ao vê-la pessoalmente fiquei impressionado em como ela era ainda mais bonita. Segundo ela, eu era apenas o segundo cara com quem ela fazia sexo na vida. O primeiro havia sido um namorado com quem ela havia terminado apenas dois meses antes. A menina era muito, mas muito gostosa, e além de tudo ainda deixou eu fazer várias coisas loucas. Detalhe, ela disse ter uma irmã gêmea, o que foi suficiente para aflorar em minha mente os mais perversos pensamentos. Infelizmente não encontrei mais com ela, embora tenhamos nos falado algumas vezes depois. Fico na esperança, pois dessa também tenho muitas saudades
Menina 10 - Magé - 20 anos - Universitária
Loira, 1,75 m de altura, mulherão. Mas com carinha de menina...essa foi engraçada, pois demoramos a nos encontrar. Ela só podia em um dia específico da semana, num espaço de duas horas. Como fui descobrir depois, ela estudava com o namorado, e a única matéria que eles não faziam juntos caia nesse horário. Então eu a pegava na porta da faculdade, saía correndo pro hotel, e antes da aula terminar eu tinha que deixá-la de volta, pois ela ia para casa com o corno. Nos encontramos 3 vezes, e só paguei a primeira...nas outras ela me chamou, pois como o namorado dela não comparecia (eram crentes), ela sentia falta de sexo e acabava pedindo minha "ajuda". Saí fora pois fiquei com receio de dar merda, mas valeu a pena a aventura.
Menina 11 - Duque de Caxias - 22 anos - Comerciante
Me chamou atenção pois parecia ser linda de rosto pelas fotos. E de fato era muito mas muito bonita. Mas tinha um corpo meio estranho. Já era mãe, e a gravidez acabou judiando da menina. Mas tinha os maiores seios que já vi na vida, ainda que um tanto que moles. Gente boa, não tive coragem de dar block de primeira, mas também não queria mais sair com ela. Só que ela ficava me mandando mensagem direto, daí não teve jeito e mandei pro saco também.
Menina 12 - Duque de Caxias - 21 anos - Universitária
Essa foi engraçado. Menina de Goiânia, nos falávamos pelo WhatsApp e seu sotaque dava o maior tesão, aquele "amorrr" fazia o pau subir na hora. Mas a menina era muito carente, e já no chat ficava falando que não ia querer receber pois tinha medo de isso afetar nosso futuro 08** 08** 08** . Bem, no dia do encontro saímos antes para tomar conversar, tomamos um chá, e a menina estava cheia de amor. Já no hotel se mostrou uma devassa na cama, muito gostosa, mas ela estava afim de romance, então tive de sair fora.
Menina 13 - Barra da Tijuca - 18 anos - Só fuma maconha 70**
Essa menina eu já encontrei algumas vezes. Tem um perfil social que difere da maioria das outras pois é de família abastada. Mora em uma mansão em condomínio fechado da Barra, tem tudo o que quer, e sinceramente eu não sei por que está nessa. Acho que ela curte o lance da aventura, sei lá...nunca entendi. Mas enfim, é gostosa demais, muito safada, então eu vou aproveitando.
Menina 14 - Campo Grande - 18 anos - Trabalha mas não sei aonde
Essa menina foi meio estranha, bonita, vivia me mandando nudes perguntando quando eu iria encontrá-la, até que um dia resolvi ir na longínqua Big Field. De fato muito gostosa, mas muito estranha também. Eu a elogiei assim que nos encontramos, tipo "você é muito bonita", e ela "eu sei!" 17** . Já fiquei meio bolado...calada, não falava absolutamente nada até chegarmos ao hotel. Bem gostosa, mas não me senti a vontade em nenhum momento com ela. Até que uma hora ela começa a ter dificuldades para respirar, e eu fiquei super bolado pensando que a menina ia morrer...ela disse que isso era normal, que ela precisava tomar um remédio para melhorar. Daí falei para irmos embora, mas ela não queria ir. Eu ficando desesperado, mas ela aparentou melhorar. Fumava igual um saci....fui puxar assunto, comentando que ela era muito quieta, até estranha. Que eu estava com medo dela...hahaha. Ela começou então a contar a história dela, que tinha vivido em orfanato até os 13 anos, um monte de história triste, daí fiquei na bad e insisti que tinha que ir embora. Finalmente ela aceitou. Nesse dia tive duas alegrias, uma quando a encontrei, e vi que era bonita, e outra quando consegui me ver livre dessa doida. Óbvio que foi para o saco.
Menina 15 - Jacaré - 18 anos - Terminando 2º grau
Menina bonita, mas meio feminista. Não depilava a perna nem as axilas. Estava menstruada quando nos encontramos (só descobri na hora), não chupava (nas palavras dela "não faço aquele job"), enfim, desastre total. E o pior é que ela ficou me ligando depois querendo me encontrar de novo...
Tiveram mais 4, inclusive uma que mora no Leblon, que eu até agora não acreditei que deu match. Conheci-a dois dias atrás e estou praticamente apaixonado. A mulher é tão linda, mas tão linda que só o fato de eu ter saído com ela valeu por todos os infortúnios que passei. Mas agora estou com preguiça de descrever, e esse texto está ficando muito longo. hahahaha
Enfim, fora essas, ainda tem 19 matchs para desenrolar, e isso tudo em pouco mais de 1 mês. As experiências foram das mais diversas, e dá para comer uma menina por dia nesse tinder se você tiver disposição, grana e tempo.
Espero que tenha sido útil para quem ainda tem dúvidas sobre a utilização desse app. Eu já estou perdendo o fôlego, tem umas meninas que ainda quero conhecer pois me chamaram muito a atenção, mas depois disso vou dar uma parada. Administrar a logística para todos esses encontros não foi fácil. Mas valeu a pena!
TL;DR: ofereço grana pra mulheres “normais” no Tinder em troca de sexo e elas aceitam. Seguem também relatos de alguns encontros.
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2018.02.16 22:28 crucialmon Desabafo: Me tornei o que mais repugnava...

Olá pessoal deste novo sub. Sei que provavelmente somos poucos, mas queria compartilhar algo com vocês que está me deixando mal.
Sou homem e gay, desde jovem sonhava em casar com um cara, ter filhos, ser fiel para sempre, envelhecer e no geral, seguir uma vida padrão monogâmica hétero aplicada a um casal gay. Esses valores me fizeram sempre repugnar outros caras gays que tem relacionamentos abertos, caras que vão em sauna e darks de baladas, e pessoas promíscuas no geral.
Nesses anos, eu consegui conquistar uma vida de acordo com meus valores. Trabalho, ganho um bom dinheiro, tenho qualidade de vida boa, namoro faz 7 anos, nunca trai meu namorado, e recentemente me mudei para o meu próprio apartamento.
O problema é que nos últimos meses fui sendo "possuído" por algo que sinto que eu não tenho controle. Eu sinto atração pelo meu namorado, mas não é algo super forte. Quando transamos é gostoso, mas não é tão empolgante. E, assim, fui decaindo...
Começou comigo entrando em chat do UOL e batendo punheta online com caras desconhecidos sem mostrar o rosto. Sempre que eu fazia isso eu me sentia muito mal depois, mas meus pensamentos justificavam com "Ah... Eu não tenho contato físico com ninguém e ninguém sabe quem sou, então tecnicamente não é uma traição verdadeira".
A partir de então, fui ficando cada vez mais necessitado e precisando de mais e mais horas acordado de noite fazendo isso no chat. Até que por motivo de trabalho, me mudei para esse meu novo apartamento.
No momento, meu namorado não pode morar comigo por trabalhar em outro lugar e fiquei com bastante tempo livre sozinho.
E assim, como diz o ditado "mente vazia é oficina do diabo", acabei criando uma conta no grindr sendo guiado pelo meu próprio tesão irracional e olha que coincidência, tinha um vizinho no apartamento de baixo pronto para conversar comigo.
Conversamos e advinhem, ele me chamou para ir lá e só transar. Hesitei, fiquei preocupado, mas meu tesão foi mais forte. Cheguei no apartamento dele, estava com as luz apagada e ele já pelado na cama, comprimentei, transamos e fui embora. E assim, em questão de meia hora, destruí todos os meus valores virando na meu próprio entendimento uma "gay safada e traidora".
E ainda mais, o sexo com esse cara não foi bom a ponto de "ter valido a pena", mas agora tenho esse fantasma para me perseguir mentalmente para sempre.
Não sei mais o que pensar, por um lado a situação está "controlada" porque o vizinho não sabe meu nome, meu apartamento, meu telefone, não viu meu rosto no claro e apaguei o perfil do grindr e tudo relacionado assim que foi possível, por outro, não sei como encarar meu namorado, sinto que isso vai ficar em mim e me perturbando toda vez que eu ver o sorriso amoroso dele direcionado a mim.
Eu amo muito meu namorado, ele é tudo que eu sempre desejei... monogâmico, quer construir futuro juntos, e pensa como eu, mas não sei como lidar com a situação caso eu tenha que contar e tentar arranjar algum acordo para "abrir o namoro" ou coisa similares.
Existe algum conselho que vocês possam me dar? Experiências similares? Alguma droga que diminua libido? Estou mal de verdade...
Me ajudem por favor...
TL;DR: Trai meu namorado e de acordo com meus valores, me tornei a coisa que eu mais repugno na face da terra.
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